-Paulinho: "Tens ai a chave?"
-Bruno: "Não! Tem o Gonçalo."
-Paulinho: "E... onde está o Gonçalo..?"
-Bruno: "... pois... deve 'tar em casa.."
-Paulinho: "Logo hoje! Deixei a minha chave em casa...!"
-Bruno: "..."
Quero-vos ver este fim de semana a tentar fazer o mesmo...
O Rui continuava vaidoso com a bike nova. "Olhá p'ra mim olha... até pedalo só com uma mão..."
A meio do caminho demos de caras com a saudade. Sentimos saudades dos nossos amigos que aproveitaram o bom tempo para passear na Serra da Estrela... O nosso amigo Calhotas foi o que mais falta nos fez... Ele de certeza que se arrependerá de não ter vindo connosco depois de ver as iguarias que colhemos a pensar nele. Não são amoras nem bagas mas foi com boa intenção...
Ultrapassadas as saudades lá conseguimos chegar ao tanto desejado ponto de encontro...
O Orlando nem doente se renegou...
Tivemos de parar para registar paisagens destas...
Quase às portas de Azeitão, decidimos revelar ao Mundo qual o segredo das nossas pedaladas...
Finalmente em Azeitão!! Já não era sem tempo...
Pelo caminho, já no "mato" apercebemo-nos que a Primavera já vem a caminho...
Olha para ele...
Em conclusão, foi uma volta porreira de fazer. Claro que não há nada como a lama para nos fazer sentir o espirito de BTT mas de vez em quando uma volta destas também faz bem... A malta fez isto a ritmo de passeio, ninguém tinha horas para estar em casa, estavámos bem dispostos e acima de tudo gostamos do convivio que há entre nós. Deu para rir um bom bocado com a campainha do Rui, a vontade do Orlando em ultrapassar a malta que passava por nós, frases que nunca deveriam ser ditas, enfim... Foi mais um fim de semana bem passado...
Mas consegui chegar ao topo para iniciar a descida. Com algum receio, e muito travão, lá desci até ao tão famoso fio dental. Tenho de confessar que tive algum receio, pois descer o fio dental junto a uma ravina dá que pensar...
No entanto, não desisti e desci sempre em cima da bike, embora por vezes tenha posto o pézinho no chão...
IUPI!! Cheguei ao fim do fio dental e ainda consegui subir novamente, sem parar (isto tem de ser dito) até ao cimo de Palmela, pela estrada do Gaiteiro. Foi cansativo, fiquei exausta, mas a paisagem e claro a companhia valeu todo o esforço que fiz e as calorias perdidas. Sinceramente, este é um passeio a repetir.
Pessoal qualquer dia já vos acompanho =)
Mesmo com a falta de comunicação, a malta esperou por nós em Palmela. Seguimos caminho pelos moinhos onde o nosso Paulinho, já cansado devido à falta de descanso da noite anterior, "encalhou" no seu obstáculo preferido. O engraçado é os amigos que temos que até fazem apostas sobre o nosso "calcanhar de Aquiles"... O Calhotas ganhava...
Continuámos em direcção à mesa, onde já estava o Big Orlando, farto de esperar por nós. Estava com o vício a montes e ainda nem tem a sua Cannondale...
Chegados à Lavreda da Comenda, a malta separou-se novamente. Os mesmos três que se tinham aventurado em explorar a Cobra tinham novamente ideias tristes... Na procura de um sitio melhor para passar a ribeira, fartamo-nos de subir pé para depois descer...a pé!! Para no fim, chegarmos à conclusão de que não vale a pena o desvio só para não molhar os pés...
Quando chegámos ao Parque de Merendas, já o resto do grupo estava, novamente, farto de esperar por nós...

e que o nosso Gongas tem, foi do Miguel. Ele, o Miguel, devido à falta de companhia para estas andanças, decidiu desfazer-se da sua "Pequenina". Foi com muita pena mas teve de o fazer. Custava-lhe mais vê-la parada que nas mãos de alguém que lhe desse uso... Após alguns tempos, ela foi parar às mãos do Gongas. Este, por sua vez, tem lhe dado bastante uso mesmo. E isso, fez o Miguel recordar os bons velhos tempos, e está a ponderar se investe novamente no BTT. Nós queremos tirar-lhe todas as dúvidas! Por isso, vamos todos pedir o "regresso" do Miguel ao BTT. Vamos todos deixar comentários a pedir o seu regresso.
Estava eu descansado, de volta do blog, quando por cerca das 15 horas, alguém começa a fazer pressão sobre mim para "ir dar uma voltinha de bike para a lavar". Olhei para a rua e desconfiei do tempo... tentei fugir mas a pressão foi tanta que acabei por ceder. Disse à mulher que ia só até às Pontes dar uma lavagenzita na bike e que já vinha... Quando esse alguém chegou a minha casa, ele prontamente me perguntou pelo cartaz "Eu Amo Voçê". Desconfiado, não fosse eu já calejado nestas coisas, perguntei o porquê da pergunta. Ele responde que assim ÍAMOS até à casa da namorada DELE mostrar o cartaz... Por esta altura ja era 17h... Mas enfim, já equipado, não era agora que me ia cortar. Acabei por fazer a vontade a esse gajo! Resultado: ACABÁMOS por fazer uma data de quilómetros à chuva, de noite, chegados lá, ela (a namorada DELE) disse que aquilo era uma grande caramelice, voltámos à chuva para casa, por mato, sem luz, para EU chegar a casa e a MINHA mulher me perguntar se fui lavar a bike a Lisboa... Ou seja, para além de ter apanhado um tareião à chuva e a consequente molha, ainda tive de tentar explicar à minha mulher o sucedido e, depois da explicação ainda tive de lhe justificar porque é que nunca lhe fiz nada assim parecido...
Foi também na Chegada à Capela que o nosso amigo Orlando experienciou a sua primeira falha mecânica: a makumba partiu o cubo da roda traseira...
Fomos mesmo obrigados a chamar a Assistência em Viagem (o Rui)...
Até mesmo eu que nao me cheguei perto da makumba tive problemas...
Chegados à Comenda, quis-me armar em esperto e experimentar aquilo que eu pensave ser uns atalhos. Como resultado, fartei-me de subir e descer, andei perdido e coloquei o grupo todo preocupado comigo...